Há dois tipos de dias nesta casa: os de sair — o rio, as vilas, a Galiza — e os de ficar. Este guia é sobre os segundos, que são os que ninguém planeia e todos recordam.
Manhã
O dia começa no pátio: café na mesa exterior, debaixo da nespereira, com o relvado ainda com orvalho. Quem madruga vai à ecopista correr ou pedalar — está a doze minutos — e volta para o segundo café.

Os miúdos, entretanto, já descobriram a rede de badminton no relvado e o espaço para correr que não têm na cidade.
Meio-dia
A piscina é só vossa — sem horários de outros, sem partilhas. Espreguiçadeiras, guarda-sol, boias para quem as leva a sério. O almoço faz-se na cozinha vermelha e come-se lá fora; a alternativa é a vila, a doze minutos.

Tarde
A hora grande da piscina — ou, nos dias de calor a sério, a troca pelo fresco do rio Coura em Covas (10 minutos). Quem preferir sombra fica na sala aberta, com a piscina à vista pelas portas de correr: livro, sesta, jogos na mesa redonda.
Fim do dia
O jantar volta ao pátio — grelhados, vinho verde, os últimos mergulhos com a luz a cair. A piscina iluminada ao anoitecer é o cenário do serão; nas noites frescas, a salamandra a pellets acende-se e a casa muda de estação sem perder a graça.

Perguntas frequentes
A casa serve para ficar sem sair?
Serve — foi pensada para isso. Piscina privada, relvado grande com rede de badminton, mesa exterior debaixo da nespereira, cozinha para cozinhar a sério e sala aberta com a piscina à vista. Há estadias inteiras que não saem do portão, e não perdem nada.
E se chover?
O Minho é verde por alguma razão. A sala com a salamandra a pellets, os radiadores, a mesa redonda para jogos longos e as vilas a dez minutos — Cerveira tem o Aquamuseu e, em ano de Bienal, arte para uma tarde inteira.
O que fica a menos de 15 minutos?
O centro de Cerveira (12), a praia fluvial da Lenta (14), o rio Coura em Covas (10), a Ponte da Amizade para a Galiza (14) e o nó da A3 (7).



